Quais são as formas de pagamento mais usadas na internet

old man with laptop and credit card at home

Quando um consumidor está concluindo a compra de um produto ou serviço na web e encontra uma forma de pagamento que não lhe parece totalmente eficiente ou segura, todo o esforço de vendas da empresa irá por água abaixo.

Para evitar esse problema, os fornecedores precisam saber quais formas de pagamento trazem o maior custo benefício e, ainda assim, são capazes de garantir a satisfação do cliente ao concluir a transação, evitando desistências de última hora e o desperdício de oportunidades valiosas de negócio. Quer saber quais são elas? Confira:

Cartões de crédito: a opção mais prática para o cliente

O cartão de crédito é a opção mais comum dos consumidores que fazem compras na internet, correspondendo a quase 2/3 do total das transações. Essa forma de pagamento, rápida e segura, exige apenas o preenchimento do número, validade e código de segurança do cartão para que a aprovação de crédito seja realizada e a compra concluída.

O uso do cartão de crédito implica no pagamento de duas taxas pelo empreendedor: uma mensal (fixa) e outra calculada sobre cada transação, com percentuais que variam de acordo com a operadora de cartões e os serviços prestados por ela.

Boletos bancários: segurança para o consumidor

Apesar de apresentar menor adesão em relação ao total de transações, o boleto bancário é uma alternativa muito usada por clientes que não possuem cartão de crédito. Ao finalizar uma compra ou contratar um serviço junto a uma empresa, o consumidor precisa imprimir um boleto para pagamento em um banco ou na internet.

Assim como acontece com os cartões de crédito, a taxa do boleto varia de acordo com a instituição financeira que irá oferecer o serviço e a carteira de pagamento escolhida. No entanto, o uso do boleto não exige o pagamento de uma taxa mensal.

TEF: menores taxas para o empreendedor

Apesar de toda a segurança envolvida em suas transações, a Transferência Eletrônica de Fundos (TEF) ainda é uma opção pouco utilizada na internet. Ao concluir uma compra, o cliente precisa digitar, em um página com conexão segura, sua senha bancária para que a instituição financeira autorize a transferêcia para a conta corrente do fornecedor.

Um dos grandes benefícios dessa forma de pagamento é o custo reduzido: com a TEF, a empresa fornecedora desembolsa menos de R$ 1 por operação, uma taxa que também pode variar de acordo com o banco que irá prestar o serviço.

Integradoras: comodidade para você

Todas as modalidades citadas até agora são diretas, ou seja, a própria empresa deve negociar convênios e pacotes com bancos e operadoras. No entanto, os empresários que trabalham com recebimento na web e temem pela segurança também podem contratar um fornecedor que ficará responsável pelo recebimento dos valores, chamada de integradora de meios de pagamento. Para usar o serviço de uma integradora, como PagSeguro ou PayPal, tudo que a empresa precisa fazer é inserir um código HTML em seu site e pagar 2% sobre cada transação (além das taxas já cobradas por bancos ou operadoras de cartão de crédito).

As principais vantagens é que as empresas podem oferecer diversos meios de pagamentos sem precisar se relacionar com  instituições financeiras e eliminar os riscos de fraude, que são totalmente assumidos pela integradora.

Lembre-se que, além de pensar em formas de pagamento que sejam viáveis para sua empresa, é preciso levar em conta que o cliente só irá se sentir satisfeito e prosseguir com a compra ele tenha as alternativas mais convenientes à sua disposição.

E você? Qual foi sua experiência com formas de pagamento na web? Qual deles tem maior custo benefício? Comente aqui!

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