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O que é Pix: entenda o significado e como funciona o pagamento instantâneo

Por Redação Asaas
Publicado em 6 de setembro, 2021 | Atualizado em 24 de setembro, 2021

Idealizado pelo Banco Central, o Pix foi anunciado e lançado no segundo semestre de 2020, tornando-se um fenômeno já nos primeiros meses e chegando para facilitar as transações financeiras.

A promessa era a de substituir os ultrapassados DOC e TED, afinal, a ideia é promissora: transferência de dinheiro a qualquer hora e dia, entre instituições diferentes, de forma gratuita ou com baixo custo.

Desde a notícia do lançamento do Pix, entre os pontos altos estão a transferência rápida de dinheiro entre pessoas físicas e pagamentos e recebimentos rápidos entre cliente e empreendedor. 

Mas ainda há quem fique em dúvidas sobre o serviço. É realmente sem custo? O que acontece por trás das telas? É seguro? No fim das contas, o que é Pix?

Continue acompanhando o conteúdo e descubra o que significa Pix e como ele funciona.

Conteúdo

O que é Pix?

O Pix é um novo meio de pagamentos lançado no Brasil, com características inovadoras:

Esqueça os “dias úteis”

Com o Pix, você pode realizar transações a qualquer hora do dia, qualquer dia da semana, incluindo finais de semana e feriados.

Pagamentos e transferências instantâneos

Toda a operação é concluída em segundos. Pague ou receba e tenha o dinheiro disponível para usar imediatamente.

Economize

Os custos do Pix dependem da instituição financeira, mas o preço ainda é muito mais econômico que os meios tradicionais.

Qualquer tipo de transação

Faça transferência entre pessoas físicas, entre pessoas e estabelecimentos comerciais, entre empresas e para entidades governamentais.

O que significa Pix?

Apesar das poucas letras no nome, Pix não é uma sigla. O nome foi escolhido pelo Banco Central por lembrar tecnologia, transações e pixels (os pontos luminosos de uma imagem digital), além da fácil memorização.

Pix é uma “marca” criada para ser lembrada de maneira efetiva que acabou caindo como uma luva, ajudando a impulsionar o serviço. Inclusive já é comum ouvirmos por aí: “Manda um Pix!”.

Quais os benefícios do Pix?

As vantagens do novo método de pagamento vão além da rapidez na transferência e disponibilidade em qualquer dia e horário. Abaixo listamos os principais benefícios que o Banco Central considerou ao lançar o Pix no mercado:

Competitividade de mercado

Devido às facilidades do novo meio de transação, é esperado que diminua a burocracia de serviços financeiros por parte dos bancos e fintechs, aumentando a competitividade. Isso resulta em melhores serviços para o brasileiro.

Maior segurança

O sistema de chaves únicas, processo de autenticação e envio criptografado das transações torna o Pix tão seguro quanto os demais meios de pagamentos. A principal diferença é que o dinheiro cai na conta do recebedor segundos após o envio, ou seja, o envio do pagamento pode ser comprovado imediatamente. 

Incentivo à eletronização dos pagamentos e inclusão financeira

Por dispensar o uso de cédulas, o serviço é menos custoso e mais rápido. Além disso, qualquer pessoa pode utilizar o Pix, por meio de diversos bancos e fintechs que já aderiram ao método.

Adeus TED e DOC

Os meios tradicionais de pagamento deixavam a desejar em diversas áreas, além de excluir parte da população. A falta de imediatismo, valores altos e burocracia eram empecilhos na transação financeira do brasileiro.

O Pix pode substituir não só o TED e DOC, como também boletos e pagamento de impostos.

Quem pode usar o Pix?

Qualquer pessoa física ou jurídica pode utilizar o Pix. Basta que sua instituição financeira, seja banco, fintech ou big tech, tenha aderido ao meio de pagamento.

Confira quais tipos de transação podem ser feitas via Pix, listadas pelo Banco Central:

  • Transferências entre pessoas;
  • Pagamento em estabelecimentos comerciais, incluindo lojas físicas e comércio eletrônico;
  • Pagamento de prestadores de serviços;
  • Pagamento entre empresas, como pagamentos de fornecedores, por exemplo;
  • Recolhimento de receitas de Órgãos Públicos Federais, como taxas (custas judiciais, emissão de passaporte etc.), aluguéis de imóveis públicos, serviços administrativos e educacionais, multas, entre outros (esses recolhimentos poderão ser feitos por meio do PagTesouro);
  • Pagamento de cobranças; 
  • Pagamento de faturas de serviços públicos, como energia elétrica, telecomunicações (telefone celular, internet, TV a cabo, telefone fixo) e abastecimento de água;
  • Recolhimento de contribuições do FGTS e da Contribuição Social.

Como funciona o Pix?

Agora que já sabemos o que é o Pix, ficam algumas dúvidas no ar: como ele pode ser mais rápido, de baixo custo e ainda manter a segurança? Afinal, como funciona o Pix?

Confira o que acontece por trás da tela quando uma transferência é realizada.

Encurtando o caminho

Para aumentar a velocidade e disponibilidade da transação, foi necessário diminuir o caminho pelo qual o dinheiro transitava. Para isso, o Banco Central descartou a necessidade da intermediação de terceiros.

Agora, só a chave Pix é necessária para que a sua instituição financeira entre em contato com o Bacen e, instantaneamente, o valor é transferido ao destino final.

Chave Pix

Um dos objetivos era disponibilizar uma forma de transferência financeira sem necessitar de dados bancários, que são de difícil memorização. Assim foram criadas as chaves Pix, que podem ser: CPF, e-mail, número de telefone, QR Code ou a chave aleatória.

Como fica a segurança?

Somente instituições autorizadas pelo Banco Central podem disponibilizar o Pix, por meio de uma rede exclusiva e restrita. Assim, cabe às instituições financeiras e de pagamento se responsabilizar pela segurança dos clientes.

Além disso, as transações são criptografadas durante todo o trajeto.

Qual é o futuro do Pix?

Disponível desde novembro de 2020, o Pix rapidamente foi adotado pelas instituições e pela população. Em 6 meses já havia ultrapassado os tradicionais TED e DOC em número de transações.

No total, as transações já movimentaram R$ 24,8 bilhões na economia do país; e na véspera do Dia dos Pais, dia 8 de agosto, bateu o recorde de 40 milhões de operações em um só dia.

Isso mostra que, além de inovador, o novo método de pagamentos do Banco Central abriu uma corrida para que, em poucos anos, o dinheiro em papel deixe de ser necessário ou seja usado apenas em casos excepcionais.

E aí, você já aderiu ao Pix? Independente de já estar familiarizado ou não, é certo que em pouco tempo se tornará o meio de pagamentos preferencial no mercado brasileiro.

Prepare-se com a gente!  Continue acompanhando nosso blog e saiba mais sobre o Pix e outros assuntos financeiros!

No Asaas você tem dinheiro antecipado