5 coisas que apontam se você deve ter um sócio ou não

Waitress and waiter working at a cafe

Ter um sócio ou empreender sozinho, eis a questão! São muitos os pequenos e médios empreendedores que se veem diante desse dilema, mas não sabem como se decidir entre uma ou outra opção. A verdade é que há, sim, tanto vantagens como desvantagens em cada uma dessas alternativas, mas é preciso ver qual estratégia melhor se adequa à sua realidade financeira, a seus traços de personalidade e ao próprio ramo do negócio. Seria ótimo receber uma ajudinha nessa tarefa, não é mesmo? Pois então confira agora mesmo as 5 dicas que separamos para o post de hoje e chegue a uma decisão sobre ter — ou não — um sócio! Vamos lá?

Avalie se seu conhecimento sobre a área é limitado

Muitas vezes, empreender sozinho é arriscado pelo fato de você não ter experiência suficiente na área de atuação do negócio em que pretende atuar. Nesse caso, por que não contar com a ajuda e a expertise de um profissional qualificado, com extensa bagagem no mercado em questão? Essa pode ser uma forma de compensar sua falta de conhecimento aprofundado no ramo e evitar inúmeras dificuldades de iniciante que podem até levar ao insucesso da empresa.

Divida tanto as responsabilidades como os lucros

Essa talvez seja a principal característica de uma sociedade: divisão. A proporção pode ser negociada, sendo fixada em metade a metade ou em qualquer outra proporção que seja satisfatória para os envolvidos. Só se lembre de que a divisão de responsabilidades significa também uma divisão dos lucros da empresa, ok? Afinal de contas, o sócio também deve ser devidamente remunerado. Empreender sozinho pode até ser mais lucrativo, mas envolve mais responsabilidades. Você está disposto a estabelecer essa partilha?

Garanta a atenção a todas as obrigações do negócio

Você quer empreender sozinho, mas não tem tempo suficiente para a família, os amigos e até mesmo para a própria empresa? Nesse caso, talvez seja a hora de procurar um sócio para dividir as obrigações do negócio, não acha? Ao contar com a ajuda de um profissional ao seu lado, é possível delegar tarefas, dividir responsabilidades e manter um horário de trabalho mais agradável, tirando muito peso de seus ombros, ampliando significativamente sua qualidade de vida e garantindo o cuidado devido às atividades do negócio.

Avalie suas condições financeiras para o capital inicial

Se você não possui capital inicial suficiente para criar a empresa ou mesmo para aumentar os negócios, que tal cogitar a possibilidade de encontrar novas fontes de injeção de dinheiro? Nesse cenário, em vez de recorrer a bancos, com seus juros altíssimos e suas condições extremamente burocráticas de empréstimo, busque a ajuda de um sócio financiador. Essa pode ser uma a solução ideal para que sua empresa saia do papel e cresça.

Complemente sua personalidade com a do sócio

Caso sua personalidade seja mais criativa, relacionada à inovação de produtos e avessa à administração dos negócios — folha de pagamentos, contabilidade, prestação de contas e gestão do fluxo de caixa, por exemplo —, que tal contar com a ajuda de um sócio que seja bom exatamente nas áreas que você não domina? Perfis complementares formam excelentes sociedades, já que cada parceiro se dedica àquilo que faz melhor. Dessa forma, ganham a empresa, os empregados, os clientes e, é claro, os sócios!

E então, para sua realidade financeira, profissional e pessoal, acha que é mais vantajoso ter um sócio ou empreender sozinho? Compartilhe aqui sua opinião!

 

Gerar boleto

Esteja sempre bem informado sem pagar nada!

Cadastre-se e receba um e-mail semanal com as últimas novidades do blog.