O que os empreendedores podem aprender com o livro: Pai rico, pai pobre

Pai rico, pai pobre

O empreendedor é o tipo de profissional que precisa estar sempre aprendendo e se atualizando nas diversas áreas relacionadas ao seu negócio. Afinal, o sucesso da sua ideia no mercado depende, especialmente, da gestão do negócio. Para administrar corretamente suas despesas, investimentos e ganhos, um dos primeiros assuntos que o empreendedor precisa saber é finanças. Uma boa gestão financeira evita dívidas e falência, além de conseguir alavancar seu negócio e trazer lucros mais rapidamente.

Por esse motivo, vamos abordar os principais ensinamentos do livro Pai rico, pai pobre. Uma das obras mais utilizadas em cursos de empreendedorismo, este best-seller de Robert Kiyosaki e Sharon Lechter aborda a inteligência financeira por meio de exemplos práticos e linguagem bastante objetiva. É uma leitura essencial, que dá conselhos extremamente válidos para suas finanças pessoais e, consequentemente, para o sucesso do seu empreendimento.

Então, veja as lições abaixo, extraídas do livro Pai rico, pai pobre e saiba como você pode aproveitar melhor seus recursos financeiros.

Os ricos não trabalham pelo dinheiro

Nesta primeira lição, o livro aborda o fato de que pessoas pobres trabalham para ganhar dinheiro e pagam um valor altíssimo de impostos para o governo. Fazem isto porque se firmam na ideia de que um emprego fixo é que traz segurança e estabilidade. Já o rico faz o dinheiro trabalhar para ele. Ou seja, a falta dessa aparente segurança de um emprego fixo faz com que o empreendedor busque opções criativas para ganhar dinheiro, abrindo seu próprio negócio, trabalhando de longe muitas vezes, controlando as finanças e não tendo que repassar o dinheiro a um empregador, uma vez que o trabalho das pessoas tem maior parte do lucro revertido para a empresa e não para si próprio.

Para que serve a alfabetização financeira?

Os autores explicam que “ativo” é aquilo que gera renda, enquanto que “passivo” é tudo o que consome nossa renda. Nesse sentido, uma casa própria seria considerada passivo, por exemplo, já que demanda gastos para manutenção e, se for vendida, em geral terá sido desvalorizada. Ter uma alfabetização financeira é essencial para você saber onde colocar seu dinheiro, pois muitas pessoas lucram rapidamente e acabam perdendo o dinheiro com a mesma velocidade, justamente por não saber a diferença entre um ativo e um passivo. Com isso, o pobre pode ganhar mais, porém também gasta mais, inserindo-se em um círculo vicioso.

Cuide de seus negócios

Nesta seção do livro, os autores explicam que profissão e negócio não são a mesma coisa, mostrando o exemplo do fundador do McDonald’s, Ray Kroc. Embora todos achassem que seu negócio fosse hambúrgueres, na verdade seu negócio eram imóveis. Assim, enquanto a profissão de Ray era vender franquias de hambúrguer, ele acumulava imóveis e se dedicava a isso. Ou seja, o dinheiro que ele ganhava com sua profissão era investido em seu verdadeiro negócio, adquirindo ativos e ganhando mais renda por este meio.

A história dos impostos e o poder da sociedade anônima

Os impostos tomam boa parte da renda das pessoas e o interesse do governo sempre foi ganhar mais dinheiro. No entanto, o livro mostra que os ricos sempre buscam formas legais de não pagar tantos impostos, enquanto que os pobres pagam todos impostos e ficam no prejuízo. A solução dos ricos para essa situação foi a criação de sociedades anônimas, pois a alíquota do imposto de renda sobre estas era menor do que as impostas para pessoas físicas. Em resumo, o rico busca conhecer as leis e encontrar formas de não ser prejudicado pelos impostos, enquanto que o pobre aceita a realidade passivamente.

Os ricos inventam dinheiro

Os ricos não ficam reclamando de sua situação financeira, mas buscam alternativas para ganhar dinheiro. Normalmente, as pessoas preferem fazer investimentos seguros, como poupanças, que têm baixo risco mas também baixo lucro. O rico busca oportunidades mais rentáveis e, para garantir que darão certo, ele investe em sua inteligência financeira. Esta é formada por quatro habilidades:  alfabetização financeira, estratégias de investimento, conhecimentos de mercado e das leis.

Trabalhar para aprender

O trabalho diário não deve priorizar o ganho de dinheiro, mas o aprendizado. Quando você sabe sobre diversas áreas, você tem mais oportunidades de negócio e conhece os meios para fazer seu negócio dar certo. Um dos exemplos desta parte do livro é de uma escritora muito talentosa, mas que não vendia seus romances. Os autores mostram que o problema não estava com sua obra, mas no fato de que ela não sabia vender. Dessa forma, nota-se que o rico aceita trabalhos não pelo valor financeiro, mas pelo aprendizado que ele dará. E esse aprendizado, sim, abre muitas portas de negócio.

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