7 dicas para um fluxo de caixa eficaz

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Utilizar o fluxo de caixa para verificar a movimentação diária de uma empresa é um dos mecanismos mais baratos e eficientes disponíveis no mercado. Por ele, é possível não só acompanhar os pagamentos, investimentos e despesas da empresa, mas também tirar conclusões e ideias para o crescimento de seu negócio.

O que acontece em muitas casos é que esse método, usualmente feito por meio de uma planilha, requer um cuidado tanto para sua elaboração quanto para manutenção. Um bom fluxo de caixa apresenta não só entradas e saídas, mas também contratação de pessoas, aquisição de ativos, estoque e projeção de investimentos. Elaboramos 7 dicas para te ajudar a elaborar um fluxo de caixa eficaz. Confira:

Detalhe os procedimentos iniciais

No primeiro ciclo operacional os detalhes em relação à movimentação no caixa usualmente são bem maiores. Depois disso, de acordo com o Orçamento e Plano de Negócios da empresa, o nível de abertura de despesas, receitas e aplicações são agrupados.

Categorize despesas e receitas

É importante classificar em grupos os produtos e serviços que constam em seu fluxo de caixa. Dessa forma, torna-se mais fácil identificar em que área se concentram os maiores gastos e despesas. Atenção: não existe uma regra para isso, você deve criar suas classificações de acordo com sua demanda. As mais comuns são: salários, impostos, aluguel para despesas; e para receitas: cartão de crédito, débito e dinheiro.

Faça um inventário

Um dos maiores equívocos que um gestor financeiro pode fazer ao pensar no fluxo de caixa é o de não incluir alguns itens na planilha. Para que isso não aconteça, certifique-se de que, além dos gastos e rendimentos, presentes ou futuros, constem planos de aplicações e expansão separados pelas seguintes áreas: operacional, não operacional e investimentos.

Defina o ciclo operacional

Predetermine o período que o fluxo de caixa irá abordar levando em consideração especificidades do segmento em que atua e o produto oferecido. Na maioria dos casos, um ano é o tempo mais indicado. Porém, esse período muda quando, por exemplo, o período de entrega das empresas está atrelado a safras de alimentos.

Atualize com frequência

Como qualquer outro mecanismo de gestão, é imprescindível que o fluxo de caixa seja atualizado constantemente. Ultrapassar mais de um mês, por exemplo, para inserir novos dados sobre um ciclo operacional afeta diretamente nas percepção real do rumo que sua empresa está tomando. Em caso de períodos maiores, essa atualização pode ser feita ao mesmo tempo em que acontece a revisão do Plano de Negócios.

Prepare-se para o pior

Pode parecer estranho, mas o ideal para o fluxo de caixa é não considerar que os clientes quitarão as dívidas na data de vencimento e que, em alguns casos, essa receita nunca entrará no caixa. Aproximar-se dessa previsão contribui para uma gestão baseada em fatos e livre da possibilidade de surpresas no decorrer de um ciclo operacional.

Não deixe de acompanhar

Uma vez que o fluxo de caixa esteja operante, o acompanhamento diário é obrigatório. Dessa forma, é possível antecipar ações para sanar a perda de um cliente, de pagamentos, entre outros. Ao fazer isso, o impacto negativo para seu caixa é menor, pois o gestor terá mais tempo para negociar taxas de empréstimo com o banco (se for necessário) ou negociar mais tempo para o pagamento de fornecedores.

Agora é a hora de saber sua opinião. Você já trabalha com fluxo de caixa? Há algum problema que você não consiga resolver e gostaria de compartilhar conosco? Conte-nos e vamos continuar essa conversa.

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