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Qual a melhor opção de maquininha de cartão para pequeno negócio?

Pessoa retirando comprovante de uma maquininha de cartão para pequeno negócio em ambiente comercial.

Quando um empreendedor me pergunta qual é a melhor maquininha de cartão para pequeno negócio, eu raramente começo respondendo com um nome ou um ranking específico.

Isso porque, nos últimos anos, acompanhando de perto milhares de negócios brasileiros, aprendi que a escolha da maquininha de cartão ideal não é sobre “a menor taxa do mercado”. É sobre o custo-benefício real, aquele que se encaixa no seu ritmo, no seu volume e na sua forma de vender.

Hoje, quero te conduzir por essa análise com a visão de quem está diariamente envolvido com infraestrutura de pagamentos, certificações, risco e tecnologia. Mas também com a visão de quem conversa com empreendedores que batalham no dia a dia para manter o negócio saudável.

Por que pequenos negócios precisam escolher a maquininha certa?

Se você é dono de um pequeno negócio, provavelmente sabe que não tem a mesma previsibilidade de receita de uma grande empresa. 

Há semanas excelentes, outras nem tanto. Em alguns meses você explode de pedidos. Já em outros, precisa controlar o caixa com mais cuidado.

E é exatamente por isso que escolhas como maquininhas de cartão sem aluguel e modelos mais flexíveis são tão importantes nessa fase.

Você precisa de uma solução que:

Mas repare que eu disse “competitivas”, não necessariamente “as menores do mercado”. Porque as menores taxas só fazem sentido quando estão alinhadas ao seu contexto.

Consulte as taxas do Asaas.

Como escolher a melhor maquininha de cartão para pequeno negócio?

Agora, vamos para uma parte mais prática, porque é justamente nesse ponto que a maioria dos empreendedores se perde.

Depois de analisar dezenas de soluções de pagamento ao longo dos últimos anos e acompanhar de perto a operação de diferentes tipos de negócios, percebi uma coisa: a decisão certa aparece quando você entende, com precisão, como o seu negócio realmente funciona no dia a dia.

Ou seja, seu fluxo de vendas, ticket médio, volume, necessidade de antecipação e até seu modelo de atendimento.

E, nessa análise, alguns fatores pesam muito mais do que parecem. Vou te explicar cada um deles com base no que vejo acontecer e no que realmente faz diferença para quem vende todos os dias.

1. Custo fixo x custo por uso da maquininha de cartão

No começo, o caixa do negócio ainda é sensível. Uma pesquisa do IBGE apontou que 60% das empresas não sobrevivem após cinco anos no Brasil. A matéria reforça que o ciclo de vida curto é mais evidente nas empresas de pequeno porte, que enfrentam desafios como alta competitividade e dificuldades financeiras.

Por isso, é preciso ter atenção neste tópico. Você tem semanas ótimas, outras nem tanto, e é normal ser assim. Comprometer parte da receita com aluguel, mensalidade ou qualquer custo recorrente da maquininha não faz muito sentido para quem está construindo previsibilidade.

É justamente por isso que a maquininha de cartão sem aluguel ganhou espaço tão rápido entre pequenos empreendedores. Ela só cobra quando você vende. 

Você tira um peso do orçamento e consegue respirar melhor para tomar decisões. No início, ter menos custos fixos é quase sempre a decisão mais estratégica que você pode tomar.

2. Antecipação de recebíveis para melhorar o capital de giro

Muita gente me pergunta sobre taxas parceladas, qual a melhor ou quem cobra menos.  Mas quase ninguém faz a pergunta mais importante:

“Em quanto tempo esse dinheiro cai na minha conta?”

Se tem algo que aprendi vendo histórias de empreendedores todos os dias é que fluxo de caixa é o coração do negócio. Não basta vender, o dinheiro precisa entrar no ritmo certo para sustentar o dia a dia.

Uma taxa super baixa pode parecer ótima no papel, mas se o prazo de recebimento for longo demais, isso te força a usar capital próprio, pegar empréstimo ou atrasar contas. E é aí que o barato sai caro.

Por isso, antes de olhar para a taxa parcelada, observe como a solução te ajuda a manter o capital de giro saudável. Pequenos negócios crescem com previsibilidade.

Saiba como funciona a antecipação de recebíveis do Asaas.

3. Máquina de cartão com mobilidade e praticidade

Essa é uma das partes mais negligenciadas. Se você vende em domicílio, faz delivery, atende no local do cliente ou trabalha em feiras e eventos, mobilidade não é um detalhe, é um requisito básico.

Afinal, se você depende de bateria, cabo, sinal, máquina pesada ou lenta, você vai perder vendas. E o que muitos empreendedores descobrem só depois é que talvez nem precisem de uma maquininha física.

Hoje, existem diversas soluções que transformam o celular em terminal de pagamento com o pagamento por NFC e entregam exatamente o que o pequeno negócio precisa: rapidez e autonomia (sem a necessidade de carregar um dispositivo a mais no bolso).

Conheça mais sobre a tecnologia Tap On Phone.

4. Aceitação de bandeiras e carteiras digitais

Poucas coisas frustram tanto quanto ouvir do cliente que o cartão dele não passou. Esse tipo de situação não é apenas desconfortável, mas também dói no faturamento.

Porque o cliente de hoje quer pagar do jeito que ele achar mais conveniente: seja crédito, débito, aproximação, pagamento parcelado e por aí vai. E se a sua solução não acompanha esse comportamento, ela te limita. Simples assim.

Escolher uma maquininha (ou solução equivalente) que aceita os principais meios de pagamento é, na prática, preparar o seu negócio para não perder vendas importantes.

O Asaas, por exemplo, aceita as principais bandeiras de cartão do mercado. Para cobrança por cartão de crédito, Mastercard, Visa, Elo, Amex e outras. Já para cobrança via cartão de débito, Maestro e Visa Electron.

5. Estabilidade da plataforma da maquininha

Nesse tópico, vou falar com a visão técnica de quem vive esse universo diariamente.

Não adianta ter a melhor taxa, a maior quantidade de bandeiras, o design mais bonito ou as funcionalidades mais chamativas se, na hora que o cliente encosta o cartão, o pagamento trava.

Quando isso acontece, o prejuízo é mais emocional do que financeiro. Gera insegurança, constrangimento e quebra de confiança por parte do cliente.

Estabilidade não aparece nos anúncios, não aparece nas comparações e ninguém coloca isso na tabela de preços, mas é um dos pilares invisíveis na hora de escolher uma maquininha.

É o tipo de coisa que você só valoriza quando precisa e, quando precisa, não pode faltar. Eu recomendo sempre procurar por avaliações de outros clientes em plataformas como o ReclameAQUI e identificar se o sistema não falha com frequência.

Qual é a maquininha de melhor custo-benefício hoje?

Se hoje você me pedisse uma resposta direta, considerando tudo o que acompanho no mercado, eu resumiria dessa forma:

A melhor maquininha é aquela que reduz custos, simplifica a operação e acompanha a realidade do seu negócio (e não a que apenas anuncia a menor taxa).

Se você está analisando opções, meu conselho é anotar todos os pontos que abordei neste artigo e colocar na ponta do lápis.

Quando você fizer isso, provavelmente vai perceber que soluções de pagamento por aproximação via celular ganham vantagem entre pequenos negócios.

E é exatamente nesse cenário que entra o Asaas Tap.

Asaas Tap: maquininha no celular prática e flexível para pequenos negócios

Como CPO do Asaas, acompanho de perto cada avanço tecnológico que colocamos na plataforma. E posso afirmar que o Asaas Tap foi criado exatamente para quem precisa de uma solução prática e acessível.

A solução é disponibilizada pelo aplicativo Asaas, que garante uma forma de receber pagamentos que acompanha a realidade do empreendedor brasileiro, sem exigir investimento em máquina física. Com ele, você:

Quer experimentar na prática como funciona? Saiba mais sobre o Asaas Tap e transforme seu celular em uma solução de pagamento completa para o seu pequeno negócio.

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