Veja como futebol e empreendedorismo têm muito em comum!

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No imaginário popular, o futebol está associado a profissionais que proferem sempre as mesmas frases vagas aos repórteres, sem muita imaginação e escolaridade, não é mesmo? Já empreendedores, diz a pré-concepção geral, são ávidos leitores de Peter Drucker e da revista Exame, fizeram MBA e pensam ter solução para tudo. Mas o que acontece, na verdade, é que futebol e empreendedorismo têm muito em comum. Ficou curioso para saber por quê? Então confira nosso post e entenda essa relação agora mesmo:

É fundamental dividir tarefas

No futebol, só talento não resolve. Se fosse assim, os mesmos elencos ganhariam vários campeonatos seguidos e Messi e Cristiano Ronaldo já teriam vencido uma Copa do Mundo. Vê-se, assim, que é preciso que os membros do time saibam trabalhar em conjunto.

Observe crianças pequenas jogando bola. Todas querem partir pra cima e marcar gols. E isso de nada adianta. Em equipes bem-sucedidas, cada um sabe fazer seu papel e atuar em sua área do campo. A mesma coisa em empresas. Um líder iniciante, pensando ser um Messi dos negócios, costuma querer fazer tudo, do financeiro às vendas, não delegando nada. Vai afundar a empresa.

É preciso saber distribuir tarefas, confiar no trabalho dos membros da equipe e atuar em sincronia. E tudo isso só é possível com muito planejamento, seja por meio de um esquema tático ou do plano de marketing, com metas, regras e tarefas claras.

São caixinhas de surpresas

Três garotos que largaram a faculdade — entre muitos outros — abriram negócios de grande sucesso, desafiando a noção de que no mundo dos negócios diplomas são imprescindíveis para se subir na carreira. Esses rapazes vieram a ser Bill Gates, Steve Jobs e Marc Zuckerberg.

Inúmeros outros grandes lançamentos e produtos foram ideia de gente sem muita experiência, apenas com um bom faro para negócios. E a mesma coisa acontece no futebol. O Ituano pode ganhar — como realmente ganhou — o Campeonato Paulista e a Costa Rica chegou às quartas-de-final da Copa. A Apple estourou, caiu, quase sumiu, ressurgiu e, hoje, é a maior empresa do mundo — apesar de agora estar enfrentando forte concorrência da Samsung. Absolutamente nada está escrito em pedra.

Não se ganha de véspera

A preguiça é pecado capital tanto na Bíblia, como no empreendedorismo e no futebol. Não dá para ganhar um campeonato, nem o mercado, deixando tudo para a última hora. Os times mais competitivos começam a se preparar com anos de antecedência, cultivando suas categorias de base e pensando no investimento para o futuro. O saldão de Natal bem-sucedido é planejado logo depois que acaba a ceia.

São muitas as oportunidades

Marcar gols está muito longe de ser a alma do futebol hoje em dia. As oportunidade são inúmeras: camisas oficiais, bolas, ingressos, programas de sócio-torcedor, direitos para a televisão, anúncios de todos os tipos de produto. Vale tudo para monetizar o esporte. No empreendedorismo é a mesma coisa. O negócio tem uma atividade-fim, mas a grana pode estar em construir uma estrutura ao seu redor, que seja uma verdadeira máquina de lucratividade.

Modas são passageiras

Tiki-taka, futebol total, Laranja Mecânica, Quadrado Mágico. E, do outro lado, qualidade total, satisfação do cliente, novo paradigma, downsizing, inteligência emocional. Nos negócios e no futebol, periodicamente surgem especialistas, com soluções mágicas e novos conceitos. Muitas vezes essas modas pegam, pelo menos da boca para fora, e todo mundo passa a usar os novos termos, ainda que eles não sejam aplicados à vida real. Essas modas continuarão surgindo e passando, e, periodicamente, sendo descartadas ou vencidas com maior ou menor grau de exposição — vide o desempenho da Espanha na Copa do Mundo de 2014.

Viu como o futebol e o empreendedorismo têm tudo a ver? Mais alguma semelhança que queira acrescentar? Comente aqui e compartilhe suas sugestões e impressões conosco!

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