Vale a pena buscar o financiamento coletivo para sua ideia?

Closeup of hands of business people giving high-five

Quem quer alavancar um negócio ou concretizar uma ideia empreendedora acaba logo esbarrando em um grande problema: a obtenção de financiamento para fazer com que sua empresa adquira a infraestrutura necessária para colocá-la competitivamente no mercado. Pode-se conseguir capital com investidores anjo ou pegar empréstimos bancários, por exemplo, mas essas opções costumam ser bastante complicadas e tomar muito tempo e esforço dos interessados.

Você também tem uma ideia genial que quer transformar em realidade? Então conheça agora mesmo o financiamento coletivo e descubra se esse é um bom caminho para seu negócio!

Em que consiste o financiamento coletivo?

Esse processo, também conhecido como Crowdfunding, consiste em uma forma de obtenção de recursos com o objetivo levar adiante uma iniciativa qualquer. Pede-se, basicamente, uma pequena quantia de dinheiro a um grande número de pessoas que possam vir a se interessar por aquela ideia, esperando que, de pouco em pouco, consiga-se o montante esperado.

O financiamento coletivo atingiu um considerável nível de reconhecimento com a popularização da internet, já que é divulgado por meio de plataformas de crowdfunding e pelas redes sociais. Tem funcionado muito bem para campanhas políticas, empreitadas para o desenvolvimento de softwares livres, ações sociais, eventos artísticos e, sobretudo, catapultar startups e ideias inovadoras de negócio.

Quais são as modalidades de financiamento?

É comum que os participantes de um financiamento coletivo recebam uma contrapartida pelo auxílio prestado ao empreendedor. Nesse sentido, há o empréstimo, pelo qual posteriormente se devolve o dinheiro arrecadado — geralmente com juros bem distintos daqueles praticados pelas instituições financeiras —, e a retribuição, bastante praticada no Brasil, quando o financiador recebe uma recompensa pela subvenção, previamente combinada e podendo até ser o próprio produto ou serviço financiado.

Existe também a participação, quando o financiador fica com uma parte do negócio a ser desenvolvido pelo solicitante dos recursos, e a doação simples e direta, que seria a única modalidade sem contrapartida para as partes ativas do financiamento.

De modo geral, as pessoas investem porque realmente acreditam no potencial da causa ou da ideia, porque têm uma motivação social — ou mesmo pessoal — para colocarem seu dinheiro naquele determinado financiamento.

Será que esse financiamento é bom para você?

Um financiamento coletivo, como qualquer outra técnica de custeamento utilizada no mundo corporativo, pode arrecadar um bom aporte de capitais não só no início como em qualquer período da vida de uma empresa. As startups, por exemplo, podem se apoiar nesse tipo de financiamento como um expediente vital para prosperarem, ao passo que as plataformas especializadas em crowdfunding ou os crowdclubes on-line servem de ótimos lugares para que investidores simplifiquem suas buscas por bons negócios em que possam investir seus recursos.

O financiamento coletivo acaba sendo uma ótima maneira de envolver o público e incentivar as pessoas a partilharem seus recursos, a fim de ajudar uma grande ideia a sair do papel e atingir suas metas e objetivos. Além disso, ver a iniciativa se desdobrando poderá ser uma aventura emocionante também para os investidores, que vão se sentir realmente participantes da empreitada.

E você, já pensou em usar o crowdfunding para sua ideia ir ainda mais longe? O que achou dessa alternativa? Comente aqui e compartilhe conosco suas impressões! Participe!

 

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