Conheça os tipos mais comuns de investimentos para startups

 

A busca de uma startup por investimento é, sem dúvida, uma decisão que deve ser feita de maneira consciente pelo empreendedor, pois é algo que envolve grandes riscos tanto para a empresa quanto para o investidor. A avaliação por buscar ou aceitar um investimento envolve a análise de dois pontos principais: o estágio do negócio e o tipo de investimento que melhor se encaixa nesse momento.

Como qualquer avaliação ou decisão errada pode comprometer o negócio em relação aos seus objetivos futuros e até a sua sobrevivência, vamos apresentar aqui algumas possibilidades existentes de investimentos para startups. Confira!

Bootstrapping

Esse tipo de investimento é um dos mais comuns para startups que estão começando, pois nada mais é que o próprio empreendedor tirar dinheiro do seu bolso para financiar os primeiros passos da empresa.

Grande parte das startups optam por esse tipo de investimento para ganhar um certo fôlego até chegarem no estágio de buscar investimentos maiores.

Crowdfunding

Outro tipo de investimento utilizado por startups em estágios iniciais é o crowdfunding ou financiamento coletivo. Nesse caso, a startup expõe a sua ideia de negócio e pessoas físicas investem por meio de doações de valores que acham justo, pois apostam que aquela ideia vai dar certo.

Em muitos casos, as pessoas recebem uma recompensa em troca da doação. É a famosa “vaquinha”! Hoje há diversas plataformas on-line para fazer crowdfunding, porém o empreendedor pode utilizar dessa prática da maneira offline também.

Investidor anjo

O investimento anjo já é uma modalidade mais avançada, se comparada com as que apresentamos anteriormente, mas em muitos casos ainda é considerada como um tipo de investimento inicial.

O momento ideal para buscar esse investimento é quando a startup já avançou bem a sua ideia e inclusive já fez testes iniciais com seu produto no mercado, obtendo feedbacks positivos sobre o seu potencial, além de ter um plano de expansão claro.

Assim, o investidor anjo poderá auxiliar com um investimento financeiro maior (podendo ir até R$ 500 mil) e também toda a sua expertise de mercado.

Seed Capital

O Seed Capital, ou capital semente é ideal para startups que dependem de um investimento financeiro relevante para expandir a atuação no seu mercado.

Nesse caso, a empresa já provou que sua ideia tem potencial, além de ter um número relevante de clientes e por isso depende de uma injeção financeira para conquistar a expansão que deseja.

Esse tipo de investimento pode passar de R$ 1 milhão, dependendo da negociação entre empreendedor e investidor ou fundo de investimento.

Equity Crowdfunding

Esse tipo de investimento também é indicado para startups que estão em fases iniciais de operação. Sua grande vantagem está na “mistura” do financiamento coletivo junto com o investimento anjo e até o Seed Capital.

Para participar, a startup precisará se formalizar como microempresa e disponibilizar o projeto em uma plataforma on-line de investimento. Dentro da plataforma é possível compartilhar as informações mais completas sobre o negócio, que vão desde dados sobre a equipe até o seu pitch.

O processo continua quando a ideia é adotada por um primeiro investidor, que será o âncora e atuará como mentor do projeto ajudando a atrair mais investidores. Todos os investidores que aderirem ao projeto receberão títulos que futuramente poderão ser convertidos em ações na Bolsa de Valores.

Venture Capital

Por fim, caso a sua startup esteja em pleno crescimento e já passou pelas modalidades de investimento que apresentamos anteriormente, sugerimos então buscar uma Venture Capital, ou VC.

Geralmente, os VCs investem em negócios que precisam de um aporte financeiro maior para escalar sua operação e atuação de forma extraordinária, ou seja, o objetivo da empresa deverá ser algo parecido com triplicar o número de clientes em um ano, por exemplo.

Esses fundos de investimento chegam a investir até R$ 10 milhões em rodadas chamadas Serie A, Serie B, Serie C, etc em troca de uma fatia da participação societária da empresa.

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O Autor
Vice-presidente no Asaas
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